Madonna ganha processo que a acusava de plágio em VOGUE

Em julho de 2012, um processo pela gravadora VMG Salsoul foi iniciado por dizer que a canção Vogue da Madonna continha um trecho/sample não autorizado da canção Chicago Bus Stop (Ooh, I love it), lançada em 1975.

A alegação dizia que, somente após 20 anos do lançamento de Vogue, é que foi capaz de perceberem o uso do sample, já que a tecnologia atual ajudaria na constatação do suposto plágio. Segundo eles, pedaços da música havia sido utilizados na versão original e em todos os remixes “mas foram intencionalmente escondidos”, dizia o processo. Eles pediam uma indenização junto com a porcentagem de lucros de Madonna com a música durante todos esses anos.

O produtor de Vogue é de Shep Pettibone, e ele já havia trabalhado anos antes na gravadora VMG Salsoul, inclusive num dos remixes da canção Chicago Bus Stop (Ooh, I love it) e por isso alegavam que o uso do sample era mais do que óbvio.

Só que ontem, um juíz da Corte Distrital dos EUA, na Califórnia, se pronunciou sobre a acusação e que nenhum sample da canção podia ser reconhecido em Vogue, inocentando Madonna e Shep Pettibone.

“Após ouvir as gravações de Bus Stop Chicago (Love Break) e Vogue, o Tribunal considera que nenhuma amostra significativa foi encontrada qualitativamente ou quantitativamente da produção infratora”, diz parte do veredicto.

Agora, dê uma conferida na canção que alegava ter trechos roubados em Vogue…