Há nove anos Madonna estreava a Sticky & Sweet Tour

Foi no dia 23/Agosto que a grandiosa e animada Sticky & Sweet estreava em Cardiff, em Walles, Inglaterra (e o MOL estava lá para contar tudo em tempo real em nosso site). Com base no recente álbum Hard Candy, Madonna produziu o maior show que já fez na carreira. Com recém completos 50 anos de idade, ela quis provar a sua excelente forma física e energia num show de duas horas com as novas canções e releituras de famosos hits. Ao longo de dois anos, foram 85 shows em 32 países para um público superior a 3,5 milhões e com arrecadação em 408 milhões de dólares, tornando-se a turnê de uma artista feminina de maior sucesso na história da música e a quarta maior turnê de toda a história. E foi com essa turnê que Madonna retornou ao Brasil para cinco inesquecíveis shows (e só aqui arrecadou 22 milhões de dólares e atraiu público de 303.656 pessoas!)

Relembre o que a imprensa falou na época sobre o show:

“No palco vemos Madonna aos 50 anos com o corpo mais torneado, definido e com alta energia num show deslumbrante de duas horas com muitos hits “
Daily Mail

A idade prova que não é uma barreira para Madonna nos oferecer um show épico. Durante duas horas, a Rainha do Pop retrabalha suas histórias em canções ao longo de seus 25 anos de carreira.
Sunday Mirror

Ela pode ter marcado muito no século passado mas não deixou de dançar pesado e freneticamente vestinda roupas curtas num show ininterrupto de duas horas.
NY Daily News

Madonna desafia sua idade com coreografias de alto impacto.
Reuters

O espetáculo visual intricadamente planejado foi tão potente como a música e Madonna é mestre em utilizar cor, trajes e coreografia com sucesso. A noite inteira gerou a sensação de um grande clube noturno – e isto foi algo que alguns puristas não gostaram. Porém, batidas fortes fizeram as músicas novas mais medíocres mais passíveis e o embalo foi mantido por música constante mesmo quando ela não estava no palco. Agora que Madonna atingiu os 50, ela parece até mais determinada para provar que ela não fica parada e com certeza não vai diminuir o ritmo.
BBC Brasil

Faz uma semana que Madonna completou 50 anos e, apropriadamente, ela estreia a sua extravagante turnê sentada em um trono. A rainha lembra quem está no comando do pop há três décadas.
Thiago Ney / Folha de SP

Provocadora, dura, intimista, brincalhona e muito sexy, aos 50 anos, uma Madonna com mil faces e em ótima forma se apresentou mais jovem que nunca e deixou boquiabertos os milhares de fãs que se renderam ao pontapé inicial da turnê “Sticky & Sweet”. Madonna ainda não encontrou substituta à altura e deixou isso bem claro. A diva já não recorre à pornografia, não finge que se masturba no palco nem provoca o clero. A cantora exibe agora seu eu mais atlético: salta, se contorce em movimentos impensáveis e se transforma em boxeadora. Com contornos vertiginosos ao ritmo do techno-pop, do piano, do violino ou de qualquer outro e com vários modelos exuberantes, a cenografia e a coreografia da cantora deixaram em êxtase o Millennium Stadium. Em grande estilo. Ao mais puro estilo Madonna. Não há dúvida de que meio século e três filhos não conseguiram reduzir, nem um pouco, o vigor inesgotável da cantora americana. Com um corpo de dar inveja, esculpido à base de intermináveis sessões de ginástica e ioga, o furacão Madonna se apresentou durante duas horas eletrizantes. Nem vestígio da Madonna com prazo de validade vencido como afirmam as más línguas, as quais criticam a cantora que potencia com insistência seu lado mais sexy “pela sua idade”.
Patricia Rodriguez / Folha de SP

Ela é porque nós somos. Ou nós somos porque ela é? Depois de presenciar a cinquentona Madonna se arrastar, se contorcer, tocar guitarra e até cantar bem na abertura da nova turnê mundial, esta talvez seja a pergunta que não sai da cabeça. Mas, quando se fala de Madonna, talvez seja melhor não responder nada e só “get into the groove”. Falem o que falem. Digam que Madonna não é mais um mito, que toca guitarra mal, que sua voz não é boa, que “está careta”, que Hard Candy é musicalmente confuso. Mas ela prova em cada movimento (que não foram poucos) por que sua relevância passa a anos luz do quesito “nota musical”. Bastava observar com atenção a fauna que lotava a pista do Millenium Stadium para entender por que, além de embalar a trilha sonora da vida de muitos fãs, ela é uma espécie de “Nossa Senhora da Liberação”. Adolescentes com suas mães quarentonas, casais heteros, gays, lésbicas e simpatizantes de todo tipo. A “igreja” de Madonna abre suas portas para todas as minorias e maiorias. Madonna provou por que ainda é a rainha do pop.
Flavia Guerra / o Estado de São Paulo

Podem falar o que quiserem, invejosos. Madonna continua linda, gostosa e uma referência na cultura pop. Não fosse isso, a diva maior não teria aberto sua turnê ‘Sticky & Sweet’, sábado à noite, em Cardiff, com collant e botas até a coxa, segurando o figurino de Givenchy, aos 50 anos, como ninguém sabe fazer. São tantos recursos no show que você não sabe para onde olhar e tem uma atração para cada sentido. “Essa é a ideia”, brinca a porta-voz da cantora, Liz Rosenberg. Mas Madonna ainda atrai todos os olhares, apesar dos 28 performers no palco e dos oito telões.
Karla Prado / O Dia

Músicas:

Bloco PIMP
Candy Shop
Beat Goes On
Human Nature
Vogue
Bloco ANOS 80
Die Another Day

Into the Groove
Heartbeat
Borderline
She’s Not Me
Music
Bloco CIGANO
Here Comes the Rain Again
Devil Wouldn’t Recognize You
Spanish Lesson
Miles Away
La Isla Bonita/Lela Pala Tute
You Must Love Me
Bloco RAVE
Get Stupid

4 Minutes
Like a Prayer
Ray of Light
Hung Up
Give it 2 Me

O trailer oficial do registro da turnê:

O show foi lançado em Bluray, DVD e DVD+CD: