Confira trechos da entrevista exclusiva de Madonna para a TV suéca feita durante a promoção de Confessions On A Dance Floor. Este especial de meia hora também exibiu entrevistas de Johan Renck, o diretor de Hung Up e Nothing Really Matters.
  • A primeira ida a Nova Iorque:
    "A prioridade número um que eu tinha quando fui a Nova Iorque, era que eu queria fazer parte de uma compania de dança, uma compania de dança profissional. Queria ganhar a vida como dançarina."

  • Como chegou a música:
    "A música chegou depois de anos de luta como dançarina, sendo pobre e pensando: 'Ai Deus, não posso continuar vivendo desse jeito, eu estava sempre sem grana.' Então conheci uma garota holandesa. O nome dela era Angie, ela tocava bateria e fazia parte da minha turma de balé e ela disse: "Hey, vamos montar uma banda!" Aquela foi a primeira vez que fiquei pensando na música."

  • "Fazendo a diferença":
    "Acho que fazer a diferença no mundo tem a ver com o seu próprio desenvolvimento, com seu crescimento e mudança. E seu ponto de vista sobre o seu lugar no mundo. Eu acho que vem com o tempo. Eu não comecei com a minha música pensando: 'Eu vou fazer a diferença no mundo'. Pensei: 'Serei alguém' mas não tinha pensado 'oh Deus, quero fazer do mundo um lugar melhor'."

  • Sucesso e fama:
    "Eu não acho que alguém começa a carreira pensando sobre coisas que virão quando se tornar famoso. A maioria só fala 'eu quero fazer isso, e quero ser bem sucedido.' Você não pensa sobre nada do que o sucesso traz. E isto é uma faca de dois gumes. Com sucesso e fama vem uma enorme responsabilidade. E uma enorme quantidade de "bisbilhotice" então tem o lado bom e lado ruim e você tem que ter senso de humor para passar por tudo isso."

  • Controvérsia nos anos 90:
    "Bem sinto que a controvérsia sempre esteve girando em torno de mim de todo jeito, então eu não pego um pedaço da minha vida versus um outro como sendo controverso. Como eu me sinto olhando para os anos 90? Bem acho que foi uma época difícil pra mim, mas também sinto como se o mundo não entendesse o que eu estava tentando dizer e fazer. E as pessoas me deram um trabalhão sem necessidade. Agora, se eu fizésse agora o que eu fiz naquele tempo, tenho certeza que as pessoas não me dariam tanto trabalho. Os tempos mudam e as pessoas geralmente reagem de uma forma diante das coisas que são pouco conhecidas ou diferentes. E obivamente quando você está desafiando e tem muitas dificuldades você aprende e cresce muito. Enfim, tenho que olhar para aquele tempo como a melhor coisa que aconteceu comigo. Foi lá que aprendi verdadeiramente a imensa responsabilidade que vem com a fama. As pessoas ouvem tudo que você faz ou diz. Bisbilhotam você, dão sentido as coisas que você nunca quis dizer, geralmente as coisas que você diz podem ser tiradas do contexto e aprendi o tamanho da influência que tenho sobre as pessoas e acho que foi uma lição importante."

  • Bloodshy & Avant:
    "Gostei das gravações que eles fizéram com os outros. Minha filha estava escutando Rachel Stevens e também Britney Spears e eles trabalharam nas faixas das gravações de ambas as garotas e senti que eram realmente cativante e dançante e gostei deles então quis trabalhar com eles."